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A Indústria, a Demanda e a Nossa Missão 
 
* A Industria do Bem-estar
 
Leia abaixo algumas matérias que explicam o panorama e demonstram o contexto no qual está inserido nosso negócio. 

 
Indústria do bem-estar em boa forma
 
Aumento da preocupação com a vida saudável faz mercados como de fitness e de alimentos diet e light crescerem como nunca.
 
As empresas descobriram que a saúde e o bem-estar dos consumidores vale ouro. Um dos setores que mais cresce na economia mundial é o de produtos e serviços dirigidos para a boa forma física e mental. Tanto que o economista e consultor americano Paul Zane Pilzer calcula que, até 2010, a indústria do bem-estar, ou wellness, como se diz nos Estados Unidos, movimentará cerca de US$ 1 trilhão por ano. O valor rivaliza com os faturamentos das indústrias de automóveis, de computadores, de alimentos industrializados e de medicamentos.

Os números de alguns setores diretamente ligados ao bem-estar e vida saudável mostram que essa tendência já se consolidou no País. O mercado de fitness, por exemplo, movimentou aproximadamente R$ 3,25 bilhões no ano passado, um aumento de 8% com relação a 2003. "Antes as pessoas faziam exercícios e procuravam academias para ficar saradas e mais bonitas. Hoje, os exercícios físicos são vistos como uma garantia de vida saudável", diz Waldyr Soares, presidente da Fitness Brasil, empresa que presta assessoria na área de fitness para academias e fabricantes de equipamentos. Tanto que a malhação tradicional vem cedendo espaço para modalidades como tai-chi-chuan, yoga e, principalmente, pilates. "Nos Estados Unidos, a prática de pilates, que junta técnicas de alongamento e força, tem crescido em média 35% por ano", diz Marcos Tadeu, diretor da Fitness.
 
Outro mercado emblemático é o de produtos alimentícios. Alimentos diet, light, orgânicos e naturais movimentam anualmente no País o equivalente a US$ 2,96 bilhões e crescem a um ritmo médio de 18% ao ano, ante os 5% a 8% dos alimentos tradicionais. "Esse é um mercado que há 15 anos movimentava apenas US$ 160 milhões e teve um crescimento impressionante, impulsionado basicamente por uma mudança cultural", explica o diretor-econômico da Associação Brasileira das Indústrias de Alimentação (Abia), Denis Ribeiro.
 
A rede de supermercados Pão de Açúcar tem investido pesado nessa área. Fechou o ano vendendo 264 itens da linha Good Light, marca própria formada apenas por alimentos diet, light, orgânicos ou naturais. Em 2004, foram lançados 50 novos produtos e a marca teve um aumento de 115% nas vendas com relação a 2003. Isso, sobre um crescimento de 154% entre 2002 e 2003."No passado, produtos light e diet eram vistos como um nicho específico. Hoje quase todo mundo quer reduzir a quantidade de açúcar e gordura que consome", afirma Rodolpho de Freitas, diretor de marcas próprias do Grupo Pão de Açúcar.
 
Freitas enumera dados de uma pesquisa do Instituto Latin Panel para mostrar o quanto os brasileiros estão preocupados com uma vida mais saudável: "Quarenta por cento dos consumidores estão acima do peso. Como decorrência, em 35% dos domicílios consome-se produtos light e diet e em 21% consome-se produtos orgânicos. Entre os que consomem produtos diet ou light, 47% o fazem diariamente."
 
A Unilever, gigante multinacional da área de higiene e alimentos, vê o setor do bem-estar com tanta importância que adotou o conceito em sua imagem corporativa. Desde outubro, quando completou 75 anos no País, a empresa adotou o lema Vitalidade para definir sua atuação. "A idéia é levar a vitalidade para o dia-a-dia das pessoas, com marcas que as ajudem a se sentir melhores, mais bonitas e de bem com a vida", diz Luiz Carlos Dutra, diretor de Assuntos Corporativos da Unilever.
 
Desde a década de 70 a empresa produz no País a margarina Becel, destinada a consumidores que querem ou precisam controlar o colesterol. "Foi o primeiro alimento funcional do Brasil", diz Marcelo Câmara, gerente de produto da divisão de margarinas da Unilever. Dentro da linha vida saudável, outro produto da empresa é a linha AdeS, de bebidas à base de soja. O produto, criado em 1988 na Argentina e lançado em 1996 no Brasil, é hoje uma das marcas mais valiosas da multinacional na América Latina.
 
De acordo com o economista americano Paul Zane Pilzer, autor do livro The Wellness Revolution (A revolução do bem-estar, em português), a economia do bem-estar vai muito além dos limites das indústrias de boa forma, artigos esportivos e alimentos saudáveis. Ela abrange as clínicas de dermatologia, odontologia e cirurgia plástica, as fábricas de cosméticos e até as seguradoras.
 
Outra categoria é a de laboratórios de medicina preventiva e testes genéticos. O Genomic, de São Paulo, especializado em testes de DNA, já adotou o conceito de wellness. "Nossos testes para detecção precoce de doenças de cunho genético se encaixam perfeitamente dentro dessa nova idéia de bem-estar", diz Manoel de Sá Benevides, diretor-executivo do laboratório.
 
Segundo Benevides, o conceito, sugerido por uma empresa especializada em construção de marcas corporativos, visa principalmente a atuação futura do Genomic. "Os testes genéticos preventivos para doenças respondem por 15% a 20% de nosso faturamento, mas isso tende a aumentar com o tempo". O vínculo com a economia do bem-estar é uma oportunidade que o laboratório quer garantir desde já.
 
 

 
O trilionário mercado do bem-estar
 
No livro The Wellness Revolution (A Revolução do Bem-estar), o famoso economista americano "Paul Zane Pilzer" afirma que a indústria do bem-estar cresce sem parar e deve ultrapassar a casa de 1 trilião de dólares ao ano, em 2010.
 
Um dos factores que impulsionam este mercado é a obesidade, cujos índices dobraram desde 1980.

Porém, a maior fatia desse bolo é representada pela suplementação alimentar.
Atualmente, são gastos anualmente mais de U$ 80 biliões só em suplementos nutricionais e vitaminas, em todo o mundo.
A indústria do bem-estar é universal e uma tendência que veio para ficar, diz Paul Zane Pilzer.
Não faltará oportunidade para novos negócios. Todavia alerta os candidatos a empreendedores do ramo que, mesmo tratando-se de um setor tão promissor, é importante saber o terreno que se vai a pisar, conhecer bem as empresas e parceiros com quem vai ntrabalhar, aliar-se aos fortes e ficar atento aos avanços tecnológicos.

Acesse o site do economista:
http://www.paulzanepilzer.com/twr.htm

 
O mercado de saúde e bem-estar ainda tem muito a crescer – e muito lucro para gerar.
 
Segundo o estudo “Health and Wellness Food and Beverages in Brazil” (Alimentos e Bebidas Saudáveis e de Bem-Estar no Brasil), elaborado e divulgado em 2009 pela empresa de pesquisa Euromonitor, esse mercado teve um crescimento de 82,4% no país entre 2004 e 2009. O faturamento do setor passou de US$ 8,5 bilhões para US$ 15,5 bilhões no período. Ainda de acordo com a pesquisa, até 2014 esse tipo de alimentação terá uma expansão de 39%, chegando a movimentar US$ 21,5 bilhões.
 
Prova de que o mercado de alimentação saudável está em expansão no Brasil são as franquias de comidas saudáveis, que crescem graças à busca das pessoas pelo bem-estar e saúde.
 
Mas não é só de comes e bebes que vive a saúde do consumidor brasileiro. Segundo a Associação Brasileira de Spa, o mercado terá um crescimento de 20% em 2010. Já são mais de 643 spas no país com um faturamento de cerca de US$ 290 milhões.
 
E ideias de negócios que pensem na saúde e bem-estar do cliente não param de surgir. Atualmente, academias de São Paulo tem investido em serviços extras, além do básico “puxar ferro” e “se matar na esteira”: restaurantes com pratos saudáveis e até salões de beleza para dar uma mudada completa no visual. 

 
Mercado de bem-estar aumenta no Brasil
 
Segmento de alimentos e bebidas saudáveis cresce 82% em cinco anos.
 
Alimentação balanceada, exercícios e boas noites de sono garantem melhor qualidade de vida, atestam os médicos.
 
A busca pelo bem-estar, no entanto, não beneficia apenas os adeptos de equilíbrio no dia a dia. Empresas que trabalham para este público têm crescido com saúde e enxergam a longevidade dos negócios.
 
O estudo "Health and Wellness Food and Beverages in Brazil" (Alimentos e Bebidas voltados a Saúde e Bem-Estar no Brasil, em tradução livre), elaborado pela empresa de pesquisa Euromonitor, mostra um crescimento de 82,4% entre 2004 e 2009 no país. Neste período, o volume movimentado passou de US$ 8,5 bilhões (cerca de R$ 15 bilhões) para US$ 15,5 bilhões (R$ 27,2 bilhões).
 
Neste segmento estão gigantes como Carrefour, Pão de Açúcar e Walmart. Elas lançaram marcas próprias -Viver, Taeq e Sentir Bem, respectivamente- para atender à demanda por produtos saudáveis.
 
Mesmo o Mc Donald's, famoso por hambúrgueres e batatas fritas, incluiu cenoura, água de coco, wraps (sanduíche em pão-folha) e iogurtes no cardápio para abocanhar mercado.
 
"A consciência de que o bem-estar está ligado à alimentação saudável cresceu", afirma Lucia Cristina Del Buone, gerente de negócios da Naturaltech, feira dedicada a alimentação saudável e produtos naturais.
 
Segundo ela, na primeira edição do evento, em 2004, participaram 160 expositores e 9.000 visitantes. Em 2009, estes números subiram para 226 e 20 mil, respectivamente.

 
Assista aos vídeos abaixo para conhecer melhor essa a Mega Tendência da Indústria do Bem-estar. 
 
A Indústria do Bem-estar
 
The next Trillion
 
 

 
  
* O Drama da Obesidade
 
Leia abaixo algumas matérias que explicam o problema que nós nos propomos a ajudar a solucionar.

 
Obesidade afeta 10% da população mundial

Incidência do problema dobrou entre 1980 e 2008. Nações desenvolvidas lideram alta
Aretha Yarak
 
Ganho excessivo de peso: o controle das taxas de colesterol e de pressão sanguínea não refletiram no controle dos índices mundiais de obesidade (Hemera Technologies/Thinkstock).

Em 1980, 4,8% dos homens e 7,9% das mulheres eram obesos – ante 9,8% e 13,8%, respectivamente, em 2008. Um em cada dez adultos é obeso.

O dado, de abrangência mundial, foi publicado nesta sexta-feira pelo periódico britânico The Lancet por pesquisadores do Imperial College London e da Universidade de Harvard. O estudo mostra que os Estados Unidos registraram a maior alta nas taxas de obesidade, seguidos de Nova Zelândia, Austrália e Grã-Bretanha.
Para chegar aos resultados, os cientistas analisaram os índices de massa corporal (IMC), colesterol e pressão colhidos entre 1980 e 2008. Apesar das taxas de pressão e colesterol terem apresentado queda nos países desenvolvidos, a quantidade de pessoas obesas não para de crescer ao redor do planeta.

Na Grã-Bretanha, por exemplo, os homens têm o sexto maior IMC de todo o continente europeu – as mulheres ficaram em nono lugar.
Em 2008, 9,8% dos homens e 13,8% das mulheres de todo o mundo eram obesos – todos tinham IMC acima de 30. Os dados são alarmantes, uma vez que, em 1980, os índices eram 4,8% e 7,9%, respectivamente. A população que vive nas ilhas do Pacífico apresenta o maior IMC do mundo, com média de 34, valor 70% superior ao da média do sudeste da Ásia e da África Subsariana.
Brasil – Dados do Ministério da Saúde apontam que, entre 2006 e 2009, o percentual de obesos na população passou de 11,4% para 13,9% – valor superior, portanto, aos 10% apontados na pesquisa mundial. Já a parcela daqueles que estão acima do peso ideal (podem ou não ser obesos) subiu de 42,7% para 46,6%.
 
Além de acompanhar o avanço da obesidade, o Brasil também caminha para uma redução no registro de problemas que normalmente acompanham o sobrepeso, caso do colesterol e pressão. Segundo a endocrinologista Rosana Radominski, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), a mudança é fruto do avanço do avanço do tratamento à base de remédios.
 
“Hoje, temos à disposição um número maior de medicamentos para o tratamento de colesterol, diabetes, hipertensão e resistência à insulina, por exemplo", diz Rosana. "O problema é: você trata as complicações da obesidade, mas não a doença em si.”
 
O número crescente de obesos deverá demandar custos mais elevados no tratamento das complicações decorrentes da obesidade. Os casos de apneia obstrutiva do sono, doença de gota e males nas articulações também tendem a crescer, impulsionadas pelo aumento do sobrepeso. “A melhor maneira de tratar um problema na articulação, por exemplo, é emagrecer, e não tomar remédio", diz Rosana. "Cada quilo perdido reduz em 4 quilos a pressão sobre as articulações." 

 
Obesidade infantil é fator de risco para doenças cardíacas
 
Crianças muito acima do peso recomendado correm risco de estreitamento da artéria aorta
(Digital Vision/Thinkstock)

Crianças obesas podem correr sérios riscos de desenvolver doenças cardíacas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo British Columbia Children´s Hospital, a obesidade infantil pode ser a causa de um estreitamento na aorta, uma das principais artérias do corpo. A mudança nesse vaso sanguíneo, que prejudica o fornecimento de sangue para todo o organismo, é um importante indicativo precoce de uma futura doença cardíaca.
 
Para chegar aos resultados, os pesquisadores analisaram a elasticidade da aorta de 63 crianças com cerca de 13 anos. O problema nos vasos sanguíneos não se mostrou, no entanto, diretamente relacionado com pressão arterial e níveis de colesterol – o que sugere que a doença se desenvolva silenciosamente no organismo. “A pressão sanguínea estava levemente mais elevada nessas crianças. Mas, ainda assim, o estreitamento da artéria é associado com problemas cardiovasculares e até mesmo uma morte prematura”, diz Kevin Harris, um dos líderes do estudo.
 
Os cientistas tentam agora descobrir se uma melhora na alimentação e na qualidade dos exercícios físicos feitos por essas crianças podem reverter os prejuízos causados na aorta. “Nós temos de rever o estilo de vida que aceitamos como o padrão de uma sociedade, só assim poderemos assegurar a saúde das crianças”, diz Beth Adamson, especialista do Canadian Heart and Stroke Foundation.

 
Obesidade no Brasil cresce em ritmo preocupante
 
Considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) um dos dez principais problemas de saúde pública do mundo,
a obesidade vem crescendo em ritmo alarmante no Brasil.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais da metade da população adulta brasileira está acima do peso. Pesquisas indicam que o excesso de peso já atinge também uma em cada três crianças entre cinco e nove anos de idade e um quinto dos adolescentes no país.

O Câmera Record desta segunda-feira (17) mostrou histórias de pessoas que convivem com o drama da obesidade, um distúrbio associados a diversas condições médicas e psicológicas, decorrentes da má alimentação, do sedentarismo e do histórico familiar.

Veja, no vídeo abaixo, a rotina de preconceito e sofrimento de Bruno.
Com apenas dez anos de idade, ele já pesa 130 kg e se recusa a ir à escola com medo de sofrer gozações.

No interior de São Paulo, duas irmãs são vítimas do mesmo drama. Nair e Nadir são gêmeas idênticas que vivem em Barra Bonita (SP) e sofrem de obesidade mórbida, pesando juntas quase 500 kg. As duas estão na fila de espera de cirurgia para redução de estômago há seis anos para levar uma vida normal.

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Em 10 anos, obesidade pode atingir 2/3 dos brasileiros, diz José Gomes Temporão, Ministro da Saúde do Brasil
 
Pesquisa do IBGE aponta redução dos índices de desnutrição. Desde 1975, sobrepeso aumentou seis vezes entre os homens.
Thamine Leta - Do G1 RJ
 
Metade dos adultos brasileiros está acima do peso, segundo IBGE23% dos alunos do 9º ano do ensino fundamental têm excesso de pesoO ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirmou, nesta sexta-feira (27), que, se o excesso de peso continuar atingindo os brasileiros no ritmo atual, nos próximos 10 anos a obesidade poderá alcançar dois terços da população.

“Os índices de sobrepeso são preocupantes. Se não mudarmos isso agora, em uma década vamos enfrentar o mesmo problema que os americanos enfrentam quando o assunto é obesidade”, afirmou. O ministro analisou dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares 2008/2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo, divulgado nesta sexta, avaliou o estado nutricional de crianças, adolescentes e adultos.

De acordo com o ministro, um dado positivo da pesquisa é a redução dos índices de desnutrição infantil. Em comparação a 1975, o índice caiu de 29,3% para 7,2% entre meninos e de 26,7% para 6,3%, entre meninas.
“Aconteceram reduções em todas as regiões e o principal motivo para isso foi o acesso ao saneamento básico e o acesso à saúde. São dados que temos que comemorar”, disse o ministro, que ressaltou que a desnutrição na Região Norte continua acima das demais regiões.


Sobrepeso atinge metade da população brasileira

De acordo com a pesquisa, quase metade da população brasileira (49%) com 20 anos ou mais está com excesso de peso, e, segundo Temporão, nos últimos seis anos, os índices de obesidade cresceram um ponto percentual por ano.
Segundo o ministro, além da alimentação ruim e da falta de informação sobre a obesidade, a violência urbana também contribui para o aumento do sobrepeso. “A violência urbana tirou o espaço público das crianças, fazendo com que a maioria delas não fizesse exercícios físicos regulares”, afirmou.
Pesquisa analisou dados de 188 mil pessoas

De acordo com a pesquisa que analisou dados de 188 mil pessoas, a obesidade e o excesso de peso são encontrados em todos os grupos de renda e todas as regiões do Brasil, em crianças a partir de 5 anos.

Em 2008, 33,5% das crianças de 5 a 9 anos estavam acima do peso, sendo que 16,6% do total de meninos eram obesos e 11,8% das meninas estavam com sobrepeso. O excesso de peso está mais presente nas grandes cidades do que na área rural, e o Sudeste se destacou com maior percentual de crianças com excesso de peso.


Sobrepeso aumentou seis vezes entre homens

Ainda segundo a pesquisa, o aumento de peso em adolescentes de 10 a 19 anos foi contínuo desde 1975. Para os meninos, esse índice passou de 3,7% para 21,7%, o que representa um aumento de seis vezes. Já entre as meninas da mesma idade, as estatísticas triplicam, e passaram de 7,6% para 19%.

 
  
* O Nosso trabalho
 
Diante dessa realidade e dessa gigantesca demanda, nós temos uma solução. Simples, segura, barata e gostosa.

 
Nossa Missão é mudar a vida das pessoas através de uma melhor nutrição.
 
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Nós orientamos como melhorar sua alimentação, sobre a necessidade de práticas esportivas e do uso adequado de bons suplementos nutricionais.

Nós servimos uma refeição nutricional COMPLETA, com todos os nutrientes necessários para sua saúde, porém COM BAIXÍSSIMAS CALORIAS.
Com a substituição de uma ou duas refeições por dia, a pessoa perde peso, SEM PERDER A SAÚDE.

Com os resultados dos clientes, através da propaganda "boca a boca", ocorre um afluxo e aumento do número de novos clientes, que por sua vez também vão convidar outras pessoas para conhecerem nosso trabalho. E assim é gerado um ciclo VIRTUOSO, uma espira positiva que tende a crescer.
 
Nas próximas páginas você vai ver como é simples e barato montar, iniciar e crescer nesse negócio. 
 
Vai ver também que é prazeiroso, alegre, lucrativo e muito recompensador ajudar as pessoas.
 
 
Boa Leitura.